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SCGÁS consolida avanços em 2025 e projeta expansão em 2026

A SCGÁS encerrou 2025 com investimentos, ajustes regulatórios e diversificação de suprimentos, envolvendo consumidores, agentes do mercado e municípios catarinenses, ao longo do ano, em Santa Catarina, com foco em competitividade, segurança energética e redução tarifária.

SCGÁS consolida avanços em 2025 e projeta expansão em 2026
SCGÁS registra avanços em suprimento, redução de custos, geração termelétrica e mercado livre, preparando 2026 com novos projetos de interiorização, biometano e maior competitividade energética.

SCGÁS e a redução tarifária em 2025

A SCGÁS registrou em julho de 2025 uma redução média de 7,15% na tarifa do gás natural. O movimento ocorreu após a ampliação do número de supridores contratados pela companhia. A estrutura adotada passou a permitir ajustes de volume conforme a demanda observada no mercado.

A companhia opera hoje com dez contratos de suprimento flexível. Esse modelo diminui a exposição a oscilações de consumo. A prática fortalece a previsibilidade de custos para o mercado cativo.

Diversificação de supridores e impactos financeiros

A política de diversificação gerou economia de R$ 6,5 milhões em 2024. Em 2025, a redução de custos chegou a R$ 4,7 milhões. Os valores foram integralmente repassados aos consumidores regulados.

A SCGÁS mantém contratos firmes com Petrobras e Galp. A malha de transporte segue ancorada em dois contratos com a Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil. Essa base sustenta o abastecimento estadual.

Segurança energética e geração termelétrica

Outro marco de 2025 foi a conexão da Usina Termelétrica de Trombudo Central. Trata-se da primeira unidade do tipo movida a gás natural em Santa Catarina. O projeto amplia a confiabilidade do sistema elétrico regional.

A entrada da usina reforça a complementaridade entre gás natural e geração elétrica. O ativo passa a integrar a estratégia de segurança energética do estado. A SCGÁS atua como elo logístico nesse processo.

Mercado livre de gás e ajustes regulatórios

O mercado livre já responde por 67% do volume distribuído pela SCGÁS. Nesse ambiente, consumidores negociam diretamente com comercializadores. A escolha de moléculas e condições ocorre conforme o perfil de consumo.

A revisão da Resolução 136 da ARESC reduziu o limite mínimo para migração. O patamar caiu de 300 mil para 150 mil metros cúbicos por mês. A mudança amplia o acesso ao ambiente competitivo.

Novos consumidores elegíveis à migração

Com a nova regra, cerca de 30 clientes adicionais podem migrar para o mercado livre. Antes, apenas 17 consumidores atendiam aos critérios. O cenário cria novas dinâmicas comerciais no estado.

A SCGÁS acompanha esse movimento por meio de orientação técnica. O objetivo é garantir transições seguras. A previsibilidade contratual permanece como diretriz.

Biometano e interiorização do gás natural

O biometano ganhou espaço na estratégia ambiental da SCGÁS. A fonte renovável passou a integrar planos de diversificação da matriz energética. O uso está associado à redução de emissões.

A interiorização avançou com articulações em Canoinhas, Três Barras, São Lourenço do Oeste, Campos Novos e Caçador. As redes locais viabilizam o atendimento fora dos grandes gasodutos. O planejamento para 2026 inclui projetos no Planalto Norte e em São Lourenço do Oeste.

Destaques

  • Redução média de 7,15% na tarifa do gás em 2025
  • Dez contratos de suprimento flexível em operação
  • Mercado livre responde por 67% do volume distribuído
  • Biometano integrado à estratégia energética
  • Interiorização avança com redes locais e novos projetos

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