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06/07/2026

São José institui Semana de Educação Midiática

São José passa a contar com a Semana de Educação Midiática no calendário oficial de eventos, criada pela Lei Municipal nº 6.598, sancionada pelo prefeito Orvino Coelho de Ávila em 24 de junho de 2026. A data será celebrada anualmente no último fim de semana de outubro, sem gerar despesas obrigatórias ao município, com o propósito de ampliar o combate à desinformação entre moradores de todas as idades.

São José institui Semana de Educação Midiática por lei municipal, com ações anuais de combate à desinformação e uso consciente da internet.
São José institui Semana de Educação Midiática por lei municipal, com ações anuais de combate à desinformação e uso consciente da internet.

O que muda com a Semana de Educação Midiática

A lei sancionada estabelece um espaço fixo no calendário são-josense para debater a forma como a população consome e produz conteúdo digital. Palestras, seminários, oficinas e rodas de conversa passam a ter previsão legal para acontecer todos os anos, reunindo escolas, universidades e organizações da sociedade civil interessadas no tema. O texto legislativo abre margem para parcerias por meio de convênios, o que amplia as possibilidades de execução sem pesar no orçamento público.

Alinhamento com iniciativas internacionais

Um ponto que chama atenção na nova legislação é a possibilidade de a programação municipal dialogar com a Semana Global de Alfabetização Midiática e Informacional, promovida pela Unesco. Essa conexão coloca São José em sintonia com discussões que já acontecem em outros países sobre letramento digital. Quem acompanha o cenário da comunicação sabe que a desinformação não respeita fronteiras, e articular ações locais com movimentos globais tende a fortalecer o impacto das campanhas educativas.

Ações previstas nas escolas e na comunidade

A rede pública e a rede privada de ensino ganham respaldo legal para desenvolver atividades pedagógicas voltadas à leitura crítica de notícias e conteúdos digitais durante o período. Fora do ambiente escolar, campanhas de orientação sobre o uso consciente das redes sociais podem alcançar diferentes públicos, das crianças aos idosos. A proposta reforça um movimento que já vinha ganhando espaço em municípios brasileiros preocupados em capacitar cidadãos para reconhecer fontes confiáveis em meio ao volume crescente de informações que circulam diariamente na internet.

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