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São José define regras nas margens do contorno viário

A Prefeitura de São José publicou o Decreto nº 24.052/2026 sobre o contorno viário, nesta semana, no município catarinense, para organizar ocupações próximas à rodovia. A medida vale desde fevereiro de 2026, orienta moradores, construtores e empresas, busca reduzir riscos de acidentes e ruídos, explica como usar os terrenos e impacta diretamente novos projetos imobiliários.

São José define regras nas margens do contorno viário
Decreto regulamenta uso do solo no contorno viário de São José e restringe moradias próximas à rodovia.

Regras do contorno viário e faixa de 300 metros

O decreto proíbe novas moradias até 300 metros da faixa de domínio do contorno viário. A distância é medida horizontalmente a partir do limite externo da rodovia.

A prefeitura descreve a área como estratégica para mobilidade regional e expansão urbana. A intenção é evitar acessos diretos improvisados e proteger a fluidez do tráfego.

Projetos já aprovados antes do Plano Diretor de 2024 seguem válidos mediante documentação regular. Terrenos sem licença formal não entram na exceção.

Impactos urbanos e ambientais

A norma busca reduzir exposição da população a ruídos e poluentes emitidos por veículos pesados. Há preocupação com segurança viária e prevenção de ocupações de risco.

Técnicos citam o chamado efeito borda, quando imóveis pressionam por entradas particulares na rodovia. Esse cenário comprometeria a função de via de alta capacidade.

O planejamento urbano passa a direcionar habitação para zonas adequadas. A política acompanha diretrizes da Lei Complementar nº 172/2024.

Atividades permitidas e fiscalização

Empreendimentos logísticos, serviços ao transporte e comércio de grande porte podem ser avaliados. Atividades industriais de baixo impacto entram no mesmo critério técnico.

Secretarias municipais fiscalizam e aplicam advertência, multa, embargo ou demolição em irregularidades. Há direito de defesa administrativa.

A gestão municipal afirma que a medida prepara o crescimento econômico sem comprometer a infraestrutura pública.

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