A renda do catarinense chegou a R$ 3.900 em 2025, superando em 15,8% a média nacional de R$ 3.367, segundo o IBGE. O crescimento de 8,7% em relação a 2024 coloca Santa Catarina na quarta posição no ranking nacional de rendimento médio, atrás apenas do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro.

Renda do Catarinense Bate Recorde e Supera País
O salto de R$ 313 no rendimento médio — de R$ 3.587 para R$ 3.900 — não aconteceu por acaso. O governador Jorginho Mello atribui o resultado a uma política de desburocratização e contenção de impostos: “O dinheiro está no bolso do trabalhador porque nossa economia está forte, gerando emprego de qualidade e remuneração justa”, declarou. O dado oficial vem da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE.
Mercado de Trabalho com Taxa de Desocupação Mais Baixa do Brasil
Santa Catarina registrou a menor taxa de desocupação do país em 2026: apenas 2,2%, contra uma média nacional de 5,1%. Só no início deste ano, o estado abriu mais de 59 mil novas vagas formais, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Edgard Usuy, resume o ciclo: “Quando o trabalhador ganha mais, a economia inteira se movimenta”.
Abertura de Empresas Impulsiona Rendimento Médio
Em 2025, mais de 140 mil novas empresas foram registradas em Santa Catarina, com tempo médio de abertura inferior a 24 horas — resultado direto da atuação da Junta Comercial do estado (Jucesc) e da modernização da legislação econômica. A formalização de negócios retira trabalhadores da informalidade e eleva o rendimento médio geral. “O ambiente favorável estimula o trabalhador a migrar da informalidade para o empreendedorismo formal”, reforça o secretário Usuy.
Qualificação Profissional e Setores em Expansão
A demanda crescente por mão de obra especializada nos setores de tecnologia, agronegócio, construção civil e comércio exterior tem pressionado os salários para cima no estado. Para sustentar esse movimento, o governo mantém programas como o Universidade Gratuita, o CaTec e o SCTEC, voltados à qualificação profissional. Micro e pequenas empresas — que concentram a maior parte dos empregos catarinenses — contam com linhas de crédito como o Pronampe SC e o Juro Zero.

