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Operação Guardião do Litoral reforça fiscalização no litoral de SC

A Operação Guardião do Litoral trata de uma ação integrada de segurança pública e ambiental conduzida pela Polícia Militar de Santa Catarina, voltada a embarcações e áreas costeiras, realizada nos dias 20 e 21, no litoral catarinense, com foco na prevenção, fiscalização e proteção ambiental, sem custo divulgado.

Operação Guardião do Litoral reforça fiscalização no litoral de SC
Operação Guardião do Litoral reforça fiscalização, segurança pública e proteção ambiental no litoral de Santa Catarina durante a temporada de verão.

Operação Guardião do Litoral e o contexto da ação

A Operação Guardião do Litoral foi planejada para responder ao aumento do fluxo turístico típico da temporada de verão em Santa Catarina. O período costuma elevar riscos ligados à navegação irregular, crimes ambientais e desordem pública. A iniciativa buscou antecipar problemas a partir de presença ostensiva e fiscalização técnica.

A Polícia Militar de Santa Catarina coordenou a operação com apoio de diferentes órgãos civis e militares. A integração permitiu atuação simultânea em mar, ar e terra. O trabalho conjunto ampliou o alcance das abordagens.

Integração de forças e estratégia operacional

A operação reuniu Polícia Militar Ambiental, 31º Batalhão de Polícia Militar, Bope e Batalhão de Aviação da Polícia Militar. Marinha do Brasil, Fundação Municipal do Meio Ambiente de Porto Belo e Vigilância Sanitária participaram das ações. A articulação interinstitucional seguiu protocolos de cooperação já adotados no estado.

Foram mobilizados mais de 30 policiais militares e equipes técnicas dos órgãos parceiros. O uso de quatro embarcações, duas motoaquáticas e da aeronave Águia 07 deu suporte às fiscalizações. A estrutura permitiu cobertura em áreas de difícil acesso.

Fiscalização ambiental e proteção da ordem pública

As ações priorizaram a verificação de documentos, equipamentos obrigatórios e condutas de navegação. A fiscalização ambiental buscou prevenir danos à flora e à fauna marinha. O combate à poluição fez parte da rotina de vistorias.

A presença das equipes visou reduzir práticas ilegais antes que gerassem impactos maiores. O patrulhamento embarcado facilitou a identificação de irregularidades em tempo real. A atuação manteve caráter preventivo e repressivo.

Resultados da primeira fase da operação

Durante a primeira fase da operação, 56 embarcações foram abordadas. A Marinha do Brasil lavrou sete autos de infração administrativa. Uma embarcação acabou apreendida após irregularidades constatadas.

As equipes abordaram 120 pessoas em diferentes pontos do litoral. Seis autos de infração administrativa relacionados a entorpecentes foram registrados. Houve uma prisão em flagrante por tráfico de drogas.

Impacto na segurança e no período de verão

As apreensões somaram cerca de 81 gramas de entorpecentes, incluindo maconha, haxixe e comprimidos de ecstasy. Os dados indicam que o ambiente náutico pode ser usado para práticas ilícitas. A operação buscou reduzir esse tipo de ocorrência.

A Polícia Militar de Santa Catarina reafirmou o compromisso com a segurança da população e a preservação ambiental. A continuidade de ações integradas tende a acompanhar toda a temporada de verão. O modelo adotado sinaliza foco em prevenção qualificada.

  • Atuação integrada entre forças policiais, ambientais e sanitárias
  • Fiscalização de embarcações e abordagem de indivíduos
  • Prevenção de crimes ambientais e repressão ao tráfico de drogas
  • Uso de meios aéreos e náuticos para ampliar cobertura
  • Foco na segurança durante o aumento do fluxo turístico

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