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10/10/2026

João Luiz defende Biguaçu de frente para o mar

O vereador e presidente da Câmara Municipal, João Luiz Luz, defende Biguaçu de frente para o mar e conduz uma articulação com órgãos públicos para viabilizar a dragagem e os molhes do Rio Biguaçu, em Santa Catarina. A agenda acontece desde o início das discussões e reúne reuniões com representantes dos governos municipal, estadual e federal, inclusive em Brasília. O objetivo é impulsionar turismo, economia e prevenção a cheias, mas o valor da obra ainda não foi divulgado e depende de estudos.

João Luiz defende Biguaçu de frente para o mar e articula dragagem e molhes do Rio Biguaçu com governos municipal, estadual e federal.
João Luiz defende Biguaçu de frente para o mar e articula dragagem e molhes do Rio Biguaçu com governos municipal, estadual e federal.

João Luiz defende Biguaçu de frente para o mar com articulação política

A proposta atende pelo conceito “Biguaçu de Frente para o Mar” e muda o ponto de partida da conversa. Em vez de enxergar o rio como simples cenário, a ideia é tratá-lo como parte do desenvolvimento da cidade. João Luiz sustenta que a recuperação do Rio Biguaçu pode ir além de uma obra de infraestrutura.

Esse olhar pesa na hora de buscar apoio, porque projetos desse porte pedem uma narrativa que una meio ambiente, economia e planejamento urbano. Quando o rio passa a ser visto como patrimônio natural, a discussão deixa de ser pontual e ganha horizonte de longo prazo.

Uma articulação que saiu do município

Desde o começo, o vereador tentou levar o tema para além dos limites de Biguaçu. Reuniões e encaminhamentos aproximaram a Câmara de representantes dos governos municipal, estadual e federal. A escolha tem lógica, já que uma obra desse tamanho costuma exigir mais de uma instituição e mais de uma fonte de recursos.

Em Brasília, João Luiz apresentou a importância estratégica do projeto a lideranças e representantes de órgãos públicos. A busca era por caminhos que viabilizem os investimentos necessários.

Sobre o espírito da iniciativa, ele resume: “Desde o início, entendemos que esse não poderia ser apenas um projeto de governo ou de um mandato. É uma proposta para Biguaçu, para as próximas gerações.”

João Luiz articula projeto para transformar o Rio Biguaçu com dragagem, molhes e ações voltadas ao turismo, desenvolvimento e integração com o mar. Na foto, João Luiz com o prefeito municipal de Biguaçu, Alexandre Souza

Dragagem e molhes no centro da proposta

A dragagem do Rio Biguaçu aparece entre os pontos mais discutidos. Ela é considerada fundamental para melhorar as condições do rio e preparar a região para uma nova etapa de desenvolvimento. Em obras desse tipo, o leito costuma influenciar a navegação e o escoamento da água, o que ajuda a entender por que a dragagem ocupa lugar central.

Os molhes entram como estrutura estratégica. Eles são estudados para contribuir com as condições de navegação, dentro de uma visão mais ampla de organização e aproveitamento da área.

Outro ponto defendido por João Luiz é que as intervenções podem ajudar a enfrentar problemas históricos ligados às chuvas e às cheias. Para o vereador, planejamento e prevenção precisam andar junto com o desenvolvimento.

Turismo e economia local em perspectiva

Aproximar a cidade do mar pode estimular o turismo, valorizar a região do rio e abrir espaço para atividades ligadas à navegação. Empreendedores locais podem enxergar novas possibilidades num cenário assim. A expectativa é que Biguaçu fortaleça sua posição dentro da Grande Florianópolis.

Na visão de João Luiz, o debate passa por desenvolvimento, geração de oportunidades e valorização da cidade. “É pensar onde queremos que Biguaçu esteja daqui a 10, 20 ou 30 anos”, destaca o vereador.

Uma pergunta ajuda a medir o alcance da proposta: que lugar o Rio Biguaçu quer ocupar na vida de quem mora na cidade?

Próximos passos do projeto

Apesar do avanço na articulação política, o projeto ainda depende de estudos, licenciamento, definição do modelo de execução e obtenção dos recursos necessários. Os prazos não foram informados. É nessa fase que a articulação institucional ganha peso.

João Luiz defende que o município esteja preparado para apresentar o projeto aos órgãos competentes e aproveitar oportunidades de investimento nas diferentes esferas de governo. A busca por recursos e apoio técnico segue como uma das principais frentes de trabalho.

Enquanto os estudos não avançam, a ideia de que João Luiz defende Biguaçu de frente para o mar funciona como bússola, apontando para planejamento, articulação e capacidade de buscar investimentos para transformar uma proposta em realidade.

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