A distribuição de novos ônibus escolares teria sido realizada pelo Governo de Santa Catarina, envolvendo Jorginho Mello, a Secretaria da Educação, a Udesc e municípios, durante etapa oficial do programa Escola Boa, com foco em mobilidade estudantil e equidade territorial.

Jorginho Mello e a estratégia de mobilidade educacional
A atuação de Jorginho Mello indicaria compreensão ampliada da educação pública. O transporte escolar passaria a integrar o planejamento pedagógico. A entrega de veículos simbolizaria compromisso com infraestrutura social.
O cronograma até 2026 apontaria visão de médio prazo. A política não se limitaria a ações pontuais. O governo buscaria previsibilidade operacional.
Transporte escolar como fator de aprendizagem
O deslocamento diário influenciaria o desempenho acadêmico. Ônibus adequados tenderiam a reduzir evasão e atrasos. A experiência do aluno começaria fora da escola.
A segurança no trajeto ganharia centralidade. Comunidades rurais seriam diretamente impactadas. A política atenderia desigualdades regionais.
Arquitetura financeira e responsabilidade fiscal
O modelo de financiamento combinaria recursos estaduais e universitários. A Udesc teria aportado R$ 21,8 milhões. O Estado complementaria o montante.
Municípios receberiam apoio para compras diretas. Vans e ônibus ampliariam a cobertura. A descentralização permitiria respostas locais.
Parceria com a Udesc e investimentos complementares
A Udesc reforçaria vínculo histórico com a educação básica. A formação de professores permaneceria como eixo estruturante. O apoio financeiro extrapolaria a frota.
Livros didáticos e obras escolares integrariam o pacote. A reconstrução de escola em Florianópolis exemplificaria a atuação. A universidade consolidaria papel público.
Novo Ensino Médio e logística educacional
A reforma do ensino médio exigiria reorganização espacial. Itinerários formativos ampliariam deslocamentos. O transporte escolar precisaria acompanhar essa dinâmica.
A frota adicional responderia a essa complexidade. A política garantiria acesso às novas ofertas curriculares. A localização geográfica deixaria de ser barreira.
Educação Levada a Sério e governança pública
O programa estruturaria investimentos inéditos. Quatro eixos organizariam ações interdependentes. A educação seria tratada como sistema.
Ensino técnico, infraestrutura e valorização profissional estariam integrados. Programas de permanência no ensino superior fariam parte do desenho. A governança ganharia coerência.
Perspectivas para a política educacional catarinense
A entrega dos ônibus indicaria maturidade administrativa. A educação básica receberia atenção transversal. A mobilidade estudantil se consolidaria como direito.
O alinhamento institucional fortaleceria a confiança pública. A política educacional avançaria com base em evidências. O planejamento territorial ganharia protagonismo.
- Integração entre mobilidade e política educacional
- Financiamento compartilhado entre Estado e Udesc
- Adequação logística ao Novo Ensino Médio
- Fortalecimento do programa Educação Levada a Sério
- Redução de desigualdades territoriais no acesso escolar


