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Demolição da penitenciária da Agronômica redefine política penal

A demolição da penitenciária da Agronômica teria sido acionada pelo governo de Santa Catarina, em Florianópolis, envolvendo o governador, a Secretaria de Justiça, presos transferidos, estruturas antigas, objetivos de reintegração social e futuros usos urbanos do espaço.

Demolição da penitenciária da Agronômica redefine política penal
Demolição da penitenciária da Agronômica sinaliza nova política penal em Santa Catarina, envolvendo desativação gradual, trabalho prisional, investimentos públicos e futuro uso urbano do espaço.

Demolição da penitenciária da Agronômica no contexto urbano

O complexo localizado na Agronômica passaria por demolição após anos de questionamentos sobre sua permanência em área central. A retirada física das estruturas sinalizaria mudança na relação entre política penal e planejamento urbano.

A presença de contêineres adaptados teria sido considerada incompatível com padrões atuais de custódia. A eliminação dessas estruturas indicaria compromisso institucional com parâmetros técnicos reconhecidos nacionalmente.

Gestão estadual e decisões estratégicas

Desde o início da atual gestão, a orientação teria sido pela retirada integral dos presos da área. A secretária Danielle Amorim teria reforçado que a desativação evitaria qualquer reocupação futura do espaço prisional.

O processo ocorreria de maneira escalonada, condicionado à entrega de novas unidades. Essa condução reduziria riscos operacionais e manteria a estabilidade do sistema prisional catarinense.

Trabalho prisional e segurança pública

A política defendida pelo governo estadual associaria segurança a oportunidades de trabalho interno. O preso poderia receber remuneração, com divisão voltada à família, obrigações judiciais e reinício de vida após o cumprimento da pena.

Tal modelo buscaria reduzir reincidência e fortalecer vínculos sociais. A proposta dialogaria com práticas já observadas em unidades que priorizam ocupação laboral supervisionada.

Futuro da área e parcerias possíveis

Após a demolição total, o espaço poderia ser destinado a projetos com a iniciativa privada. Sugestões envolveriam equipamentos culturais, áreas de lazer e pontos de convivência urbana.

O governo estadual estaria avaliando propostas, sem definição final anunciada. A transformação do local poderia reposicionar a Agronômica no mapa social e turístico da capital.

  • Complexo seria desativado de forma definitiva
  • Contêineres deixariam de integrar o sistema
  • Transferência de presos ocorreria gradualmente
  • Trabalho prisional integraria a política penal
  • Área poderia receber novos usos urbanos

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