Na manhã desta quinta-feira, 11 de setembro, frequentadores da Beira-Mar se depararam com um deck destruído, obrigando o isolamento de parte da orla. O cenário gerou indignação entre moradores e turistas que visitavam a região.
As forças de segurança iniciaram a análise de imagens de videomonitoramento para localizar os responsáveis. A ação envolve a Guarda Municipal, Polícia Militar e Polícia Civil em uma operação conjunta.

Vandalismo na Beira-Mar
De acordo com o comandante da Guarda Municipal, Diego Molina, o ato será tratado como crime de dano ao patrimônio público. A legislação brasileira, no artigo 163 do Código Penal, prevê detenção ou multa para casos de destruição de bem público.
As câmeras de segurança deverão fornecer informações cruciais sobre o horário da ação, características dos suspeitos e o trajeto utilizado para fugir. A identificação correta será essencial para que medidas legais sejam aplicadas.
Recuperação e responsabilidade civil
Engenheiros e técnicos do Meio Ambiente iniciaram a avaliação estrutural do local. Segundo Rubens Júnior, superintendente da pasta, a responsabilidade pelo ressarcimento dos prejuízos recairá sobre os autores do ato. O levantamento inicial aponta a necessidade de substituição total da estrutura danificada.
Enquanto os reparos não ocorrem, a área permanecerá interditada para evitar riscos aos frequentadores e permitir a execução segura das obras.
- Deck destruído na Beira-Mar gera interdição parcial
- Operação conjunta busca identificar suspeitos
- Artigo 163 prevê punição para dano ao patrimônio público
- Imagens de câmeras ajudarão na investigação
- Custos da obra deverão ser cobrados dos responsáveis




