Um estudo sobre Capivaras conduzido pela UFSC em 2025, em Florianópolis, investigou carrapatos, avaliou risco sanitário, orientou moradores, utilizou monitoramento científico contínuo e analisou mais de 10 mil amostras para medir impacto urbano e custo preventivo.

Capivaras e risco de febre maculosa
As capivaras convivem com moradores em parques e lagoas, o que sempre levanta dúvidas sobre doenças. A pesquisa encontrou apenas o carrapato Amblyomma dubitatum, espécie sem relação com a forma grave da febre maculosa.
A ausência do carrapato-estrela foi considerada um indicador relevante. Técnicos da FLORAM interpretam o cenário como de risco baixo nas áreas avaliadas.
As coletas ocorreram entre fevereiro e novembro em dez pontos da cidade. O acompanhamento segue ativo para identificar mudanças ecológicas ao longo do tempo.
Monitoramento ambiental e regras legais
O projeto integra pesquisa, manejo ambiental e educação pública. A proposta busca reduzir medo e evitar ações ilegais contra fauna silvestre.
No Brasil, ferir ou capturar animais silvestres configura crime ambiental segundo as Leis nº 9.605/1998 e nº 5.197/1967. Qualquer manejo depende de autorização técnica do Ibama.
Denúncias podem ser feitas à Polícia Militar Ambiental: (48) 3665-4906 ou (48) 3229-6082 (WhatsApp). O Ibama atende pelo 0800 061 8080 ou pela Ouvidoria em falabr.cgu.gov.br/web/home.
- estudo analisou mais de 10 mil carrapatos
- carrapato transmissor da febre maculosa não foi encontrado
- monitoramento continua em caráter preventivo
- manejo de capivaras exige autorização federal
- população pode denunciar crimes ambientais pelos canais oficiais


