A aliança anunciada pelo prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), reúne MDB, União Brasil e PP para a disputa ao governo de Santa Catarina, apresentada em 26 de março durante coletiva com lideranças políticas estaduais. O movimento envolve dirigentes partidários, parlamentares e ex-governadores e busca estruturar um projeto eleitoral para o Estado. A iniciativa surge no contexto das articulações que antecedem o próximo ciclo eleitoral e inclui definição inicial de cargos na chapa majoritária. A estratégia prevê mobilização partidária, reorganização política regional e dedicação integral do pré-candidato após sua saída da prefeitura.
Aliança política redesenha cenário eleitoral catarinense
A aliança entre PSD, MDB, União Brasil e PP foi oficializada em encontro com dirigentes partidários e figuras influentes da política catarinense. O prefeito de Chapecó, João Rodrigues, descreveu a composição como um projeto voltado ao futuro do Estado.
Durante a coletiva, líderes das siglas defenderam a união como forma de ampliar o debate público sobre desenvolvimento e gestão estadual. A presença de ex-governadores e parlamentares indicou peso político na articulação construída.

O movimento posiciona Rodrigues como nome competitivo no campo de oposição ao atual governo estadual. A estrutura partidária combinada amplia alcance político e presença regional.
Composição da chapa e papel dos partidos
A articulação política definiu parte da composição eleitoral para a disputa estadual. O senador Esperidião Amin foi anunciado como candidato ao Senado dentro da coalizão.
O MDB deve indicar o nome para vice-governador, movimento que atende à demanda da sigla por participação direta na chapa majoritária. A segunda vaga ao Senado permanece em negociação entre os partidos envolvidos.
Dirigentes partidários destacaram compromisso com um projeto político conjunto. A coordenação das siglas busca alinhar agendas e fortalecer a campanha em diferentes regiões do Estado.
Renúncia de João Rodrigues e foco na pré-campanha
João Rodrigues informou que deixará a prefeitura de Chapecó no dia 31 para se dedicar à pré-campanha ao governo estadual. A decisão antecipa a transição administrativa no município.
A saída abre espaço para intensificação das agendas políticas e viagens pelo Estado. O objetivo é consolidar alianças regionais e dialogar com lideranças municipais.
Representantes das siglas afirmaram que a mobilização partidária será ampliada nas próximas semanas. O foco passa a ser a organização da estrutura política para a disputa eleitoral.


