Na quarta-feira (21), o prefeito Orvino Coelho de Ávila e o engenheiro Nardi Arruda, da Secretaria de Infraestrutura, vistoriaram a obra em que a Prefeitura de São José avança macrodrenagem de Campinas, no Rio Araújo, perto da rodoviária, na rua Antônio Felipe. A retirada de uma grande rocha e o alargamento das margens buscam reduzir os alagamentos que afetam o bairro. O investimento não foi divulgado.

Prefeitura avança macrodrenagem de Campinas no Rio Araújo
Uma pedra que interfere no fluxo do rio há décadas ocupava praticamente metade da largura do leito, segundo Nardi Arruda. Com a retirada, as máquinas ganharam acesso para ampliar a seção do rio. Moradores aguardam essa intervenção há cerca de 40 anos.
As equipes seguem com a remoção do material do leito, o alargamento da calha e a proteção das margens. Na primeira etapa, 30% das margens já foram alargadas. A ideia é dar mais espaço à água e aliviar ruas e casas quando a chuva vem forte.
O prefeito lembrou que Campinas é um dos bairros mais tradicionais de São José e que o problema afeta as famílias há muitos anos. Ele explicou que o serviço exige cuidado, pois depende das condições do tempo e da maré.
Pedras do próprio rio reforçam as margens
O material retirado ganha uma nova função. As pedras fragmentadas servem ao enrocamento, estrutura de blocos de rocha que reforça as margens e ajuda a conter a erosão. A primeira parte desse reforço já foi executada.
O cuidado pesa mais nos trechos em que as casas ficam bem junto ao curso d’água. Segundo Nardi Arruda, a Prefeitura aproveita o próprio material do fundo do rio para proteger essas moradias.
O ritmo do trabalho depende do clima e da maré baixa, que oferece mais segurança a equipes e máquinas. Não há data exata para a conclusão. Enquanto a Prefeitura avança macrodrenagem de Campinas, a expectativa é de menos pontos de represamento nos períodos de chuva intensa.