O projeto de carnaval mais seguro reúne governo estadual e prefeituras, ocorre neste ano em Florianópolis e outras cidades de Santa Catarina, envolve foliões e forças de segurança, começa durante a festa, foca prevenção de crimes, usa reconhecimento facial e investimento público ainda sem valor divulgado.

carnaval mais seguro com reconhecimento facial
O plano de carnaval mais seguro instala câmeras inteligentes na Passarela do Samba Nego Quirido e em áreas de concentração. O sistema compara rostos com banco judicial estadual. Alertas chegam à central em segundos.
A integração conecta a Secretaria de Estado da Segurança Pública de Santa Catarina ao sistema Sistema Integrado de Videomonitoramento Inteligente. Agentes recebem localização, horário e motivo do alerta. A abordagem ocorre ainda durante o evento.
Segundo o governador Jorginho Mello, a meta envolve cercamento digital permanente. A tecnologia passa a apoiar policiamento presencial. O objetivo declarado é reduzir oportunidades para delitos.
Monitoramento integrado nas cidades
A operação alcança São José e Joaçaba com câmeras em vias estratégicas. A leitura de placas identifica veículos roubados. Dados circulam entre centros operacionais em tempo real.
O prefeito Topázio Neto menciona resposta mais rápida da Guarda Municipal de Florianópolis. As equipes passam a agir com confirmação digital. O procedimento reduz abordagens aleatórias.
Patrulhas da Polícia Militar de Santa Catarina participam da mesma rede. A coordenação segue um plano único de operação. O foco está em áreas de grande circulação.

Drones e inteligência artificial na multidão
Em Balneário Camboriú, drones observam a praia durante shows. A câmera aérea aplica reconhecimento facial em tempo real. A tecnologia amplia campo de visão sem barreiras físicas.
O alerta digital não significa prisão automática. Equipes confirmam a identidade antes da ação. O protocolo evita erros e preserva o fluxo da festa.
O modelo busca equilíbrio entre festa e controle urbano. Autoridades tratam a ferramenta como apoio e não substituição do policiamento tradicional. A expectativa envolve prevenção mais do que repressão.
- Reconhecimento facial ligado a banco judicial
- Integração entre Estado e municípios
- Câmeras fixas e drones com IA
- Alertas em tempo real para equipes
- Identificação de foragidos e veículos roubados
- Resposta operacional mais rápida nas áreas lotadas


