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Suspeito com granadas preso em Palhoça em operação do Projeto Kratos

A prisão de Suspeito com granadas preso em Palhoça ocorreu na tarde de 19/12, em Palhoça, envolvendo o GAECO do MPSC, BOPE e RECAP, após investigações sobre organização criminosa, uso de explosivos, risco coletivo e cumprimento de mandado judicial.

Suspeito com granadas preso em Palhoça e a ação do GAECO

A prisão preventiva foi cumprida pelo GAECO do Ministério Público de Santa Catarina, em apoio à 7ª Promotoria de Justiça da Comarca de Palhoça. O investigado já havia sido preso em flagrante em agosto de 2025 pelo BOPE, quando foi localizado com duas granadas sobre uma laje.

A nova ordem judicial decorre do avanço das apurações, que indicaram ligação com organização criminosa atuante na Grande Florianópolis. O caso passou a ser tratado como de alta gravidade pelas autoridades envolvidas.

Suspeito com granadas preso em Palhoça em operação do Projeto Kratos
Suspeito com granadas preso em Palhoça após operação do GAECO revela detalhes sobre explosivos, organização criminosa, Projeto Kratos e riscos à segurança pública na Grande Florianópolis.

Apreensão de granadas e material bélico

Durante a ação inicial do BOPE, diligências no imóvel levaram à localização de outras quatorze granadas. No mesmo local foram encontrados três carregadores e dois coldres, todos apreendidos.

Os artefatos foram submetidos à análise do Grupo Antibomba do BOPE. A perícia classificou o material como Dispositivos Explosivos Improvisados, com capacidade ofensiva elevada e risco concreto à população.

Avaliação pericial e risco à coletividade

Os laudos técnicos confirmaram que as granadas se enquadram como material bélico de uso restrito. O potencial destrutivo foi considerado incompatível com qualquer atividade lícita.

A presença desse tipo de armamento em área urbana levantou preocupação sobre possíveis ações violentas. As autoridades avaliaram que a manutenção do investigado em liberdade representaria ameaça direta à segurança pública.

Investigações e indícios de organização criminosa

O aprofundamento das investigações apontou condutas associadas à intimidação e ostentação de poder armado. Esse padrão costuma ser analisado por órgãos de persecução penal como indicativo de atuação estruturada.

Relatórios reunidos pelo Ministério Público indicaram risco de reiteração criminosa. Esses elementos embasaram o pedido de prisão preventiva aceito pelo Judiciário.

Prisão em flagrante por tráfico durante diligência

No cumprimento do mandado, outro indivíduo foi flagrado praticando tráfico de drogas. A constatação ocorreu no mesmo contexto operacional da prisão preventiva.

Esse segundo envolvido foi detido em flagrante e encaminhado aos procedimentos legais. A ocorrência reforçou o cenário de criminalidade associada ao local investigado.

Projeto Kratos e integração das forças de segurança

A operação integra o Projeto Kratos, iniciativa do MPSC voltada à captura de foragidos e autores de crimes graves. O programa atua em frentes como recaptura de lideranças criminosas e prevenção de atentados.

O GAECO reúne Ministério Público, Polícias Civil e Militar, Polícia Penal, Receita Estadual e Corpo de Bombeiros Militar. A cooperação interinstitucional sustenta ações complexas contra organizações criminosas.

Pontos centrais do caso:

  • Prisão preventiva cumprida em Palhoça pelo GAECO
  • Apreensão de dezesseis granadas classificadas como IEDs
  • Laudos confirmaram alto risco à coletividade
  • Indícios de vínculo com organização criminosa
  • Operação inserida no Projeto Kratos do MPSC

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