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Furto de fiação: São José reforça fiscalização e punições legais

A Prefeitura de São José sancionou uma lei municipal para enfrentar o furto de fiação, indicando o que muda, quem será fiscalizado, quando a norma passa a valer, onde atua, por que foi criada, como será aplicada e quanto custam as penalidades previstas.

Furto de fiação: São José reforça fiscalização e punições legais
Furto de fiação motiva nova lei em São José, que amplia controle sobre recicláveis, define penalidades administrativas e reforça a proteção da infraestrutura urbana municipal.

Furto de fiação e o novo marco legal municipal

A Lei nº 6.538, sancionada em 16 de dezembro de 2025, redefine regras administrativas voltadas ao combate ao furto de fiação e à receptação de materiais metálicos. O texto legal trata de bens públicos e privados cuja retirada ou dano interfere em serviços essenciais.

A norma substitui a Lei nº 6.182/2022, ampliando o alcance das ações de prevenção e controle. A proposta sinaliza uma resposta institucional a ocorrências que afetam a rotina urbana.

Materiais metálicos incluídos na fiscalização

O escopo da legislação inclui cabos de cobre e alumínio, fibras óticas, geradores, baterias e transformadores. Entram na lista itens como hidrômetros, tampas de esgoto, grelhas de drenagem e estruturas metálicas diversas.

A seleção reflete registros recorrentes de subtração desses materiais em áreas públicas e privadas. Serviços de iluminação, saneamento, telecomunicações e segurança urbana ficam diretamente expostos a esse tipo de crime.

Responsabilização de pessoas físicas e jurídicas

A lei alcança quem adquire, comercializa, armazena ou recicla materiais com origem criminosa comprovada. A comprovação depende de inquérito policial, processo judicial ou procedimento administrativo.

As sanções administrativas não excluem responsabilidades civis e penais. O texto legal sugere uma atuação complementar entre esferas de responsabilização.

Exigências para ferros-velhos e recicladores

Estabelecimentos do setor passam a manter documentação que comprove a procedência lícita dos materiais. Esses registros devem ser apresentados sempre que solicitados pelos órgãos de fiscalização.

A medida busca rastreabilidade e redução do mercado irregular. O controle documental surge como ferramenta de apoio à fiscalização contínua.

Penalidades previstas e valores aplicáveis

Entre as penalidades estão advertência, multa de 200 Unidades de Referência Municipal e suspensão ou interdição do alvará. Em 2026, cada URM corresponde a R$ 281,42.

A lei permite apreensão e perdimento dos materiais ilícitos. As sanções podem ser cumulativas, com agravamento em casos de reincidência.

  • Lei nº 6.538 atualiza regras contra furto de fiação
  • Fiscalização cobre ampla lista de materiais metálicos
  • Ferros-velhos precisam comprovar origem dos produtos
  • Multas e interdições fazem parte das penalidades
  • Norma entra em vigor na data da publicação

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